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Reação de Mark Zuckerberg à queda do Facebook mostra o que nenhum líder deveria fazer

O último trimestre de 2021 não foi nada fácil para o Facebook, principal rede social da Meta, empresa de Mark Zuckerberg. Pela primeira vez em 18 anos, mais usuários deixaram de usar a rede social do que se inscreveram. Isso fez com que as ações da empresa caíssem 25% e que Zuckerberg saísse da lista de mais ricos do mundo.

Jason Aten, colunista de tecnologia da Inc., observa que o modelo de negócios do Facebook já dava sinais de desgaste, e nada foi feito para mudar essa realidade. A expectativa do metaverso, panfletada pela empresa, não é o suficiente para manter os ânimos, segundo ele. “O principal desafio do Facebook é ter saturado tanto o mercado de pessoas que podem usar seu serviço que quase não há para onde crescer”, escreve.

Durante anos, o Facebook cresceu à base de vendas de anúncios personalizados para seus usuários. Ou seja, mais usuários ativos significam mais anúncios com grandes chances de atingir o público certo.

Na conferência com acionistas, Zuckerberg não assumiu que a estratégia já estava desgastada. Ele apontou dois rivais tecnológicos como a fonte de seus problemas: Apple e TikTok. A primeira fez mudanças de privacidade em seu sistema, que podem impedir o rastreamento de usuários. De acordo com as estimativas do Facebook, a mudança custará US$ 10 bilhões em receita até o fim de 2022.

“Com as mudanças no iOS da Apple e a nova regulamentação na Europa, há uma tendência clara de que menos dados estejam disponíveis para entregar anúncios personalizados. Mas as pessoas ainda querem ver anúncios relevantes e as empresas ainda querem alcançar os clientes certos”, disse o executivo aos acionistas.

No final de 2020, a empresa de Zuckerberg chegou a publicar anúncios em jornais dizendo que a Apple estava “prejudicando pequenas empresas e ameaçando o futuro da internet gratuita”.

O outro “culpado”, TikTok, foi mencionado pelo executivo por crescer muito rapidamente e tomar grande parte do tempo dos usuários. Por essa razão, o foco da Meta é investir no Reels, ferramenta do Instagram que é similar ao TikTok e que será incorporada ao Facebook. A história remonta a quando o Facebook criou a ferramenta Stories, parecida com o Snapchat.

Essa decisão é arriscada, na visão de Aten. “A questão é que você nunca será uma versão melhor da sua concorrência. Se as pessoas estão gastando mais tempo com sua concorrência, elas não mudarão apenas porque você construiu uma cópia”, observa. Em resumo, nenhuma empresa se torna mais relevante apontando o dedo para os concorrentes e culpando-os por seu baixo desempenho. “Essa é a única coisa que nenhuma empresa – ou líder – deveria fazer”, afirma.

 

Fonte: https://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2022/02/reacao-de-mark-zuckerberg-queda-do-facebook-mostra-o-que-nenhum-lider-deveria-fazer.html

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